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sexta-feira, 29 de novembro de 2019

O extraordinário fóssil do Peru que mostra como baleias de 4 patas chegaram à América do Sul


O Museu de História Natural de Lima abriga os restos de uma rara criatura que viveu há 42 milhões de anos, quando o mundo era bem diferente do que é hoje.

O esqueleto de uma baleia anfíbia descoberto em 2011 na costa sul do Peru pelo paleontólogo Mario Urbina, do Museu de História Natural de Lima, não foi exibido ao público porque as pesquisas sobre ele ainda não foram concluídas.

A espécie foi batizada de Peregocetus pacificus, um termo que vem do latim pereger (viajante) e cetus (baleia).

"Este fóssil é o único remanescente de uma baleia quadrúpede descoberto na América do Sul até o momento", disse à BBC Mundo Rodolfo Salas-Gismondi, do Departamento de Paleontologia de Vertebrados do Museu de História Natural de Lima.

O fóssil de baleia também é "o primeiro esqueleto bem preservado de um cetáceo quadrúpede de toda a região do Pacífico", disse Olivier Lambert, pesquisador do Instituto Real Belga de Ciências Naturais que liderou os estudos e que recentemente apresentou as descobertas da equipe na reunião da Sociedade de Paleontologia de Vertebrados, na Austrália.

https://www.bbc.com/portuguese/internacional-50573320

segunda-feira, 29 de julho de 2019

“Ou nos preparamos hoje para as alterações climáticas ou pagamos um preço devastador amanhã”, alerta comissário europeu


Christos Stylianides sublinhou durante o discurso de abertura da cimeira pelas alterações climáticas, que nenhum país está imune às alterações climáticas e que “nenhum país deve combater a enormidade deste desafio sozinho”, dando destaque à importância das parcerias entre os setores público e privado como o “próximo passo em frente”.

O Comissário Europeu integrou no painel de abertura da 4.ª Conferência Europeia de Adaptação às Alterações Climáticas (ECCA 2019), juntamente com o Ministro do Ambiente João Matos Fernandes e o Presidente da Câmara de Lisboa Fernando Medina. É a primeira vez que este evento se realiza num país do Sul da Europa. Durante três dias vão ser apresentados estudos e partilhadas experiências sobre temas variados, que vão dos incêndios florestais extremos à inovação e resiliência urbana, passando pelos serviços da ciência para os sistemas de tomada de decisão e pela adaptação de infraestruturas urbanas ou de negócios à nova realidade.

Para além da cooperação entre os dois setores, Stylianides aproveitou o momento para destacar as Estratégias para Adaptção às Alterações Climáticas, nomeadamente refinar o conhecimento com conferências como esta e programas europeus como o Copernicus (sistema satélite de observação da Terra); “o reforço da cooperação público-privada”, nomeadamente com o setor dos seguros, para prevenir riscos e compensar perdas; e a “aposta em investimentos e infraestruturas resilientes”.

Christos Stylianides aproveitou o momento para relembrar lançado “rescEU” – o Mecanismo Europeu  Proteção Civil, que serve de “resposta coletiva” ou “rede de segurança” para eventos extremos como os incêndios florestais. “O rescEU é uma rede de segurança. Uma rede disponível para quando as nações estão sobrecarregadas”, afirmou.

O programa foi desenhado para ajudar as cidades em risco e fortalecer a resistência urbana, capacitando, preparando, respondendo e recuperando de ameaças significativas com o mínimo de danos.

Ao longo de três dias, em 580 apresentações, o encontro será a maior edição da conferência bienal, que se realiza pela primeira vez num país do sul da Europa.

A conferência centra-se em temas como os incêndios florestais, a necessidade de o setor empresarial privado ter que se adaptar às mudanças trazidas pelo aquecimento global, as zonas verdes nas cidades, inovação na maneira como as cidades são desenhadas e geridas e iniciativas dirigidas à juventude, entre outros.

segunda-feira, 22 de julho de 2019

Lidl volta a transformar o plástico das praias



Este ano será em Vila Nova de Gaia que o projecto terá o seu ínicio, sendo 15 locais na totalidade a receber a iniciativa.

Durante 45 dias os banhistas poderão depositar as embalagens num depósito próprio, e participar ativamente na reciclagem e nova vida destes desperdícios. O objetivo é claro, que estas embalagens não acabem no mar, como acontecem a milhões de plásticos e metais todos os anos.

Segundo o responsável da iniciativa, os resultados da primeira edição foram ótimos e existe a expectativa que este ano a abrangência seja ainda maior.

O projecto TransforMAR resulta de uma parceria entre o Lidl Portugal, o Eletrão, Associação Bandeira Azul da Europa, Quercus e Agência Portuguesa do Ambiente.

segunda-feira, 15 de julho de 2019

Jovens e responsáveis governamentais de todo o mundo discutem sustentabilidade em Lisboa


A Conferência Mundial de Ministros Responsáveis pela Juventude 2019 e o Fórum da Juventude “Lisboa+21” regressam a Lisboa 21 anos depois de Portugal ter organizado este evento, em 1998. Centenas de responsáveis governamentais pela área da juventude, jovens e representantes de organizações internacionais vão reunir-se numa Conferência Mundial que pretende desencadear um debate sobre temas emergentes da juventude, entre os quais o desenvolvimento sustentável e a crise climática.

Em declarações à agência Lusa o ministro da Educação, responsável pela pasta da juventude e anfitrião da conferência, explicou que o objectivo é construir com os jovens de hoje o futuro de amanhã uma vez que serão eles a passar o testemunho. “É com os jovens que temos de construir o objectivo do desenvolvimento sustentável. São eles que comunicam à geração seguinte as premências do seu tempo”, disse Tiago Brandão Rodrigues em declarações à Lusa a propósito do evento que está a ser organizado também pelo Conselho Nacional da Juventude.


Na opinião do presidente do Conselho Nacional da Juventude, Hugo Carvalho, em 1998 Portugal deu um grande passo ao organizar a I Conferência Mundial de ministros da Juventude sob a égide das Nações Unidas.

Vinte e um anos depois, sustenta Hugo Carvalho, Portugal volta a ser arrojado, organizando um novo encontro com o endosso das Nações Unidas, mas com a particularidade inédita de ser em parceria com as estruturas de juventude. “Há o inédito de os ministros estarem sentados ao lado dos representantes legais dos jovens dos seus países”, disse Hugo Carvalho adiantando que é importante acabar com a lógica de auscultar os jovens decidindo depois sem ter em conta as suas opiniões.

Em 1998, o Governo Português, em cooperação com os parceiros do Sistema das Nações Unidas, organizou a Conferência Mundial de Ministros Responsáveis pela Juventude, que se tornou um marco no trabalho em torno das políticas de Juventude.

Na Declaração final, ministros e demais líderes mundiais presentes, comprometeram-se a trabalhar com a Juventude num conjunto de políticas e programas que fossem ao encontro das preocupações dos jovens e melhorassem as suas vidas.

Estes compromissos cobriam as áreas prioritárias do sector, tal como definido no Programa Mundial de Acção para a Juventude, adoptado em 1995 pela Assembleia Geral das Nações Unidas. Agora, os Estados são chamados a intensificar os seus compromissos para integrar a perspectiva da Juventude na implementação da Agenda 2030 e da Conferência Mundial de Ministros Responsáveis pela Juventude 2019 e do Fórum da Juventude “Lisboa+21” resultará uma Declaração renovada sobre Políticas e Programas de Juventude (Lisboa+21), no quadro da Agenda 2030.

Segundo o ministro da Educação, a agenda 2030 tem grande ambição dentro do sistema das Nações Unidas para que países possam entender que compromissos podem assumir para pelo menos uma geração e que os jovens têm de ser co-decisores nas políticas de juventude.

O conhecimento, a influência e a iniciativa dos jovens são, na opinião de Tiago Brandão Rodrigues, essenciais para que possam ser alcançados os objectivos da agenda 2030 das Nações Unidas para o desenvolvimento sustentável. “Nesta conferência é preciso pensar que caminho fizemos de 1998 até agora, que ferramentas temos, que políticas públicas, que formas temos de nos organizar com os jovens para cumprir a agenda 2030”, disse adiantando que os jovens são garante de sustentabilidade, segurança e paz sendo por isso necessário construir com eles objectivos de desenvolvimento sustentável. “É com os jovens que temos de construir objectivos de desenvolvimento sustentável que possam ser alcançáveis. Sã os 1,8 mil milhões de jovens que darão a herança às próximas gerações comunicando à geração seguinte as premências emergentes do seu tempo”, frisou,

O ministro da Educação, anfitrião da Conferência intervêm na sessão de abertura, assim como o fará o presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa, enquanto o Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres, e o primeiro-ministro português, António Costa, encerram os trabalhos no domingo.

Marcam ainda presença nesta Conferência Mundial a Presidente da Assembleia-Geral das Nações Unidas, María Fernanda Espinosa Garcés, e a Enviada do Secretário-Geral das Nações Unidas para a Juventude, Jayathma Wickramanayake.

“Lisboa+21” é organizada pelo Governo Português – através do Ministério da Educação – e pelo Conselho Nacional de Juventude, com o endosso do Gabinete da Enviada do Secretário-Geral das Nações Unidas para a Juventude, da Organização Internacional do Trabalho (OIT), da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), o Fundo das Nações Unidas de Apoio à População (UNFPA) e o Departamento de Assuntos Económicos e Sociais das Nações Unidas (UN DESA).

segunda-feira, 8 de julho de 2019

McDonald’s elimina tampa do McFlurry e embalagens plásticas das saladas


O McDonald’s irá remover as tampas de plástico do gelado McFlurry a partir de setembro em todos os seus restaurantes do Reino Unido.

O gigante norte-americano tem tomado medidas que visam tornar-se mais ecológico, no ano passado substituiu os 8 mil milhões de palhinhas de plástico usados anualmente pelos clientes do Reino Unido por palhinhas de papel.

A eliminação da tampa de plástico do McFlurry será acompanhada pela transformação das embalagens de plástico das suas saladas, estas serão servidas em caixas de cartão, 50% recicladas.

No total, espera-se que estas duas mudanças reduzam os resíduos plásticos em cerca de 485 toneladas por ano.

Beth Hart, diretora da cadeia de fornecimento da McDonald’s no Reino Unido e na Irlanda, disse: “É o último passo na nossa jornada de sustentabilidade. Estamos empenhados em ouvir os nossos clientes e encontrar soluções junto dos nossos fornecedores. Este é o mais recente exemplo – mas de forma alguma o último”.

A cadeia americana tomou medidas nos últimos anos para aumentar suas credenciais ecológicas e se posicionar como uma empresa ambientalmente responsável.

Depois do anúncio de que a McDonald’s iria trazer de volta os sabores Oreo, Maltesers e Smarties nos McFlurries, fica-se a saber também que poderão ser comidos sem prejudicar tanto o ambiente.

segunda-feira, 1 de julho de 2019

Poluição do ar causa danos em todos os orgãos. Crianças são as mais vulneráveis


A poluição do ar pode estar a danificar todos os órgãos e praticamente todas as células do corpo humano, de acordo com um novo estudo do Fórum Internacional de Sociedades Respiratórias.

A pesquisa mostra danos da cabeça aos pés, de doenças cardíacas e pulmonares a diabetes e demência, e de problemas no fígado e cancro da bexiga a ossos frágeis e pele danificada. Fertilidade, fetos e crianças também são vitimas do ar tóxico, informa o estudo citado pelo The Guardian.

“A poluição atmosférica pode prejudicar de forma aguda e crónica todos os órgãos do corpo”, concluem os cientistas do Fórum de Sociedades Respiratórias Internacionais em dois artigos publicados na revista Chest.  “Partículas ultrafinas passam pelos pulmões e são prontamente captadas pelas células e transportadas pela corrente sanguínea acabando por expor virtualmente todas as células do corpo humano”, acrescenta o estudo.

No entanto, o impacto de diferentes poluentes em muitas doenças ainda está a ser estudado, sugerindo que os danos cardíacos e respiratórios são apenas “a ponta do iceberg”.

A poluição do ar é uma “emergência para a saúde pública ”, de acordo com a Organização Mundial de Saúde, com mais de 90% da população mundial a respirar ar tóxico ao ar livre todos os dias. Numa nova análise foi revelado que 8,8 milhões de mortes precoces a cada ano – o dobro de estimativas anteriores – revelando que o ar tóxico é mais fatal do que o fumo do tabaco.

Embora a poluição atmosférica afete todas as regiões, idades e grupos sociais é provável que cause maiores problemas em pessoas com exposição mais intensa e com maior suscetibilidade. A população é mais vulnerável à poluição se tiver outras doenças ou menos apoio social.

A poluição atmosférica pode estar associada a sintomas imediatos após a exposição, como a tosse, lacrimejamento e dificuldades em respirar. Mas também pode estar associada a danos a longo prazo que são mais subtis.

As crianças são especialmente prejudicadas pela poluição do ar e por razões ambientais e biológicas. O facto de respirarem mais ar por unidade de peso corporal leva a que inalem mais substâncias tóxicas transportadas pelo ar. As exposições aos poluentes atmosféricos durante o período pré-natal e durante a infância podem ter efeitos prejudiciais e irreversíveis nos pulmões e noutros órgãos.

A poluição do ar está também associada a taxas reduzidas de fertilidade e aumento do risco de aborto espontâneo. Alguns estudos mostraram também que a qualidade do sémen ou dos espermatozoides também diminuiu em áreas com elevado grau de poluição.

sexta-feira, 17 de maio de 2019

A Luta de Darwin

A Invasão Humana - Humanos, Quem Somos Nós?

O Nascimento da Mente - Humanos, Quem Somos Nós?

A Centelha Humana - Ep. 3

A Centelha Humana - Ep. 2

Evolução da Velocidade

A Centelha Humana - Ep. 1

Evolução da Pele

Evolução do Voo

Evolução da Mandíbula

Evolução da Forma

Evolução dos Olhos

Evolução do Tamanho

Evolução da Comunicação

Macacos Geniais - Documentário National Geographic

quarta-feira, 17 de abril de 2019

Evolução: A História da Sobrevivência - Evolução da Velocidade

Evolução: A História da Sobrevivência - Evolução da Mandíbula

Evolução: A História da Sobrevivência - Evolução do Voo

Evolução: A História da Sobrevivência - Evolução da Pele

Evolução: A História da Sobrevivência - Evolução da Forma

Evolução: A História da Sobrevivência - Evolução da Comunicação

Evolução: A História da Sobrevivência - Evolução do Tamanho

Evolução: A História da Sobrevivência - Evolução dos Olhos

O Corpo Humano - Sistema Inunológico

O corpo Humano - A Pele

O Corpo Humano - Músculos e Ossos

O Corpo Humano - Sistema Endócrino

O corpo Humano - Sistema Nervoso

O Corpo Humano - Sistema Digestivo

O Corpo Humano - Sistema Respiratório

O Corpo Humano - Olfato e Paladar

O Corpo Humano - Sistema Cardiovascular

O Corpo Humano - Audição e Equilíbrio

O Corpo Humano - A Visão

O Corpo Humano - Gravidez

O Corpo Humano - Sexo

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Powerpoint - Fito-Hormonas


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Fotografias do Interior do Corpo Humano


PLACA NOS DENTES DE QUEM POUCO OS ESCOVA

Células Cancerosas no Pulmão

Powerpoint - DNA


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Powerpoint - Biomoléculas


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Esquema - DNA Recombinante



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Fotografia - Macro

Notícia - Espécies em vias de extinção em Portugal

Abutre preto Aegypius monachus
Encontramos esta espécie sobretudo na zona fronteiriça do Alentejo e Beira Baixa. Apesar de cerca de uma centena frequentar território nacional, não há registo de terem nidificado com sucesso, embora tenham construído plataformas para o efeito.

Cabra montês Capra pyrenaica
Desapareceu do Gerês no final do século XIX, mas a Galiza apostou na protecção da espécie. Em 1999, reapareceu em Portugal. Encontramo-la em zonas montanhosas rochosas, florestas e matos temperados.


Cágado-de-carapaça-estriada Ermys orbicularis
Não se sabe ao certo quantos existem e, geralmente, são vistos isolados ou em pequenas populações. Estas encontram-se na zona de Vila Verde e na área do Douro Internacional. As zonas mais importantes para a espécie são os rios Mira, Arade e Guadiana.

Freira-da-madeira Pterodroma madeira
Nidifica na parte oriental do maciço montanhoso central da ilha da Madeira e ainda existe devido aos esforços de conservação feitos pelo Parque Natural da ilha. A população deve variar entre os 60 a 75 casais reprodutores.


Lince ibérico Lynx pardinus
O declínio do lince ibérico é acentuado, sendo considerado uma espécie em pré-extinção. Embora se encontrem indicações da sua presença em Portugal, não há provas de aqui ainda residam alguns.


Lobo marinho Monachus monachus
Esta espécie está circunscrita às Ilhas Desertas e Madeira. Nas últimas décadas, perdeu 80% da sua população. Considera-se que existam, actualmente, 25 animais, que habitam zonas de profundidade superior a seis metros.


Saramugo Anaecypris hispanica
Este peixe ocorre apenas na bacia hidrográfica do rio Guadiana, em pequenos cursos de água de carácter intermitente, pouco profundos, vegetação aquática e fundos pedregosos.


Víbora-de-seoane Vipera seoanei
Esta espécie existe no Minho e Trás-os-Montes. Encontra-se em zonas de lameiros, pastagens, prados e matagais. A perda de habitat e a repulsa que provoca nos humanos contribuem para a redução da população.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Neurónios

Notícia - Governo quer preservar os arquivos da Ciência em Portugal

O Ministério da Ciência e Tecnologia vai lançar um programa de estímulo ao desenvolvimento da História da Ciência em Portugal, que terá uma componente específica dedicada aos últimos cem anos, motivada pela aproximação do centenário da República. Esta "iniciativa estratégica" terá o seu arranque público em Julho, durante um Encontro Nacional de História da Ciência em Portugal, refere um documento de trabalho do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior divulgado este fim-de-semana.

O programa, dirigido aos investigadores, às instituições académicas e científicas, e à sociedade em geral, tem também por objectivo a valorização do património cultural e científico do país. Em causa, segundo o Ministério, estará a preservação, classificação e estudo de acervos documentais e arquivos de Ciência, a formação avançada de novos investigadores, o reforço e articulação em redes de grupos e instituições científicas e o desenvolvimento de programas de investigação.

"A História da Ciência é uma componente fundamental do próprio desenvolvimento da Ciência" - lê-se no documento de trabalho. "O nível científico já alcançado em Portugal exige, para se ampliar e consolidar, um conhecimento sistemático do nosso próprio desenvolvimento científico e tecnológico, e das suas condições históricas. O programa específico para aprofundar o conhecimento e a divulgação da História da Ciência e do desenvolvimento científico dos últimos cem anos, chamado "100 anos de República, 100 anos de Ciência", será realizado em articulação com a Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República.

Imagem - Fosfolípidos


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Esquema - Lípidos e Gorduras


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terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Fotografias do Interior do Corpo Humano



LÍNGUA COM PAPILA GUSTATIVA

Esquema - Prótidos


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Imagens de Animais

Imagens de Animais

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Imagens de Animais

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Fotografia: Polyommatus Icarus

Desempenho acústico gera novas espécies de cigarras



O processo evolutivo das cigarras enveredou pela comunicação acústica e a diversificação dos seus cantos poderá estar na origem do aparecimento de novas espécies, segundo investigações de biólogos portugueses.

Três estudos publicados em revistas internacionais da especialidade revelam novas características destes insectos, reconhecíveis pelos seus grandes olhos e pelo talento acústico dos machos nos dias de maior calor, cujo volume de som pode chegar aos cem decibéis. São os insectos com maior esperança de vida: podem atingir 17 anos.

"A investigação tentou comparar a evolução de algumas espécies de cigarras ao longo de várias gerações, a níveis morfológico, genético e comportamental", explicou José Alberto Quartau, um dos responsáveis da investigação, da Universidade de Lisboa.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Powerpoint - Regulação nos Seres Vivos


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Powerpoint - Regulação Nervosa e Sistema Hormonal


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Fotografias do Interior do Corpo Humano


ALVÉOLOS DO PULMÃO

Partidos vão tentar encontrar consenso para nova Lei de Bases de Ambiente

As propostas da esquerda parlamentar para uma nova Lei de Bases do Ambiente vão baixar à comissão sem votação no plenário para um “debate alargado” sobre a matéria e numa tentativa de se chegar a um consenso.

PS, BE, PCP e PEV levaram ontem ao plenário da Assembleia da República propostas para rever a Lei de Bases do Ambiente, que tem 25 anos e que todos os partidos reconhecem estar desactualizada.

Apesar disso, CDS e PSD não apresentaram projectos de revisão porque o Governo anunciou recentemente a criação de uma comissão e de um conselho consultivo que trabalhará para elaborar uma proposta do Executivo.

A proposta do Governo juntar-se-á, assim, às dos partidos da esquerda e será com base em todos esses documentos que a Comissão Parlamentar de Ambiente trabalhará para tentar chegar a uma solução que seja consensual, tal como aconteceu com a lei ainda em vigor, que foi aprovada por unanimidade, em 1987.

O PS, através do deputado Renato Sampaio, recordou isso mesmo durante o debate de ontem no plenário e defendeu que a nova lei deve também resultar de um consenso o mais alargado possível de forma a “durar” outros 25 anos. Renato Sampaio reconheceu que a tarefa “não é fácil”, até porque é uma área que lida com “grandes interesses económicos”, acrescentando que a nova legislação terá necessariamente de ser “inovadora, equilibrada e realista”.

A deputada dos Verdes, Heloísa Apolónia, considerou ser “fundamental” rever esta legislação, que deixou de responder a questões e realidades que foram surgindo nos últimos 25 anos, e quando em Portugal “deixou de haver definitivamente Ministério do Ambiente, diluído na amálgama do MAMAOT [Ministério do Ambiente, Mar, Agricultura e Ordenamento do Território]”.

Heloísa Apolónia disse que a proposta do PEV “não esgota” todas as possibilidades e contributos e por isso considerou também “extraordinariamente importante um debate na especialidade alargado” para uma nova lei “sólida e robusta”.

Também Catarina Martins, do BE, manifestou a “abertura e o empenho” dos deputados do Bloco para “um debate na especialidade que seja abrangente”, sublinhando a necessidade de iniciar o processo de imediato: “O Ambiente está suspenso há nove meses e não podemos esperar outros 25 anos”, afirmou, numa referência a iniciativas na legislatura anterior que acabaram por não ter consequências.

Pelo PCP, o deputado Paulo Sá destacou que a lei em vigor atribuía ao Estado “um papel determinante” na protecção e na gestão ambiental mas devido à “omissão dos sucessivos Governos”, o Estado “não tem cumprido cabalmente o seu papel”. O deputado reforçou, por isso, a necessidade de contrariar a “estratégia de mercantilização dos recursos naturais e de destruição da riqueza” desses recursos.

O PSD, através do deputado Carlos Abreu Amorim, disse que os sociais-democratas “não estão satisfeitos” com os projectos apresentados ontem e defendeu que a revisão da Lei de Bases do Ambiente não se pode resumir a “um mero ajustamento legislativo” às directivas europeias e garantiu que o PSD “tudo fará” para ser levada a cabo uma verdadeira revisão, apelando ao PS “para se juntar à maioria nesta reforma importante”.

O apelo aos socialistas valeu a Carlos Amorim uma crítica de Heloísa Apolónia, que considerou que o PSD quer “encerrar” o debate entre três partidos (PS, PSD e CDS).

CDS e PSD defenderam que a nova lei deverá ser mais “sucinta” e “clara” do que os projectos apresentados ontem, para ser entendida e acessível a todos os cidadãos.

Porém, sublinhou a deputada do CDS-PP Margarida Neto, todos os projectos apresentados pela esquerda “serão certamente contributos” para o processo que será realizado pela comissão parlamentar.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Notícia - Genoma do polvo revelado na ponta dos seus oito tentáculos, ou dos “pés”


Os segredos genéticos de uma das maravilhas subaquáticas da Terra foram revelados: o polvo — animal cujo cérebro o coloca entre os invertebrados mais inteligentes e ao qual os oito tentáculos cravejados de ventosas dão uma aparência sobrenatural.

O estudo que desvenda o genoma completo de um polvo teve a liderança do Instituto de Ciência e Tecnologia de Okinawa (OIST, na sigla em inglês), no Japão, e nele participaram ainda as universidades de Chicago e da Califórnia, nos Estados Unidos.

É a primeira vez que se sequencia uma espécie cefalópode, a classe de moluscos à qual pertence o polvo e que inclui ainda as lulas, os chocos e os náutilos. Com três corações e cerca de 500 milhões de neurónios distribuídos pelos oito tentáculos, este animal pode assumir comportamentos tão estranhos como contrair os seus músculos para formar estruturas semelhantes a cotovelos e ombros, ou decorar a toca onde vive com o que sobrou das suas presas.

“Os polvos e outros cefalópodes são realmente criaturas extraordinárias”, disse à Reuters Caroline Albertin, estudante de biologia na Universidade de Chicago, que colaborou no estudo publicado na revista Nature.

“Num piscar de olhos, podem camuflar-se através da mudança de cor e de textura da pele. Os oito braços preênseis cheios de ventosas podem ser usados para agarrar, manipular e até degustar objectos; características tão complexas quanto as de terem olhos que funcionam como câmaras, e cérebros grandes que os tornam em activos predadores com comportamentos complexos.”

Mas por que é este animal tão diferente dos outros da sua classe? Para tentar compreender este mistério evolutivo, os cientistas sequenciaram o genoma do Octopus bimaculoides, uma espécie relativamente pequena, castanho-acinzentada, com duas manchas azuis iridescentes em cada um dos lados da cabeça, e que habita junto à costa Sul da Califórnia.

O grande incentivo foi tentar perceber a singularidade do sistema nervoso do animal, cujo cérebro está organizado de forma completamente diferente da dos vertebrados, e os genes por detrás dessa característica. “Foram os primeiros seres inteligentes do planeta”, disse Sydney Brenner, prémio Nobel da Medicina em 2002 e presidente do OIST, citado num comunicado desta instituição.

Próximo do tamanho do genoma humano (que tem 23 pares de cromossomas com cerca de 27 mil genes), o genoma do polvo é o maior dos invertebrados já sequenciados, como moscas, caracóis e ostras. Entre os 33 mil genes deste animal, há alguns que não se encontraram em mais nenhuma outra espécie: são cerca de 3500 genes que estão activos no cérebro, nas ventosas, na retina e permitem ainda a camuflagem.

Com uma organização diferente do de outros invertebrados, o genoma do polvo teve, no seu percurso evolutivo, uma grande expansão dos genes que regulam o desenvolvimento das células nervosas — fenómeno que antes se pensava estar associado à duplicação do genoma, como aconteceu com alguns vertebrados durante a evolução, incluindo o homem. Mas os resultados deste estudo contrariam esta hipótese e levantam diferentes hipóteses para a expansão e reorganização genómica do polvo.

Carnívoros que capturam por vezes usando veneno, o método comum para os polvos caçarem é através de um bico duro com o qual rasgam a presa. Tal como a mitológica Hidra, estes animais podem também regenerar os seus oito membros e largar ainda uma tinta escura para confundir os predadores. Se olharmos para a raiz grega do nome do animal — okto-pous —, verificamos que a designação dos tentáculos, ou braços, indica na verdade que tem oito pés.

Dois dos seus três corações são branquiais, têm a função de bombear o sangue para as guelras, enquanto o terceiro actua na circulação sistémica, fazendo o sangue chegar até aos órgãos. Quando o polvo está a nadar, o coração principal (o sistémico) pára de bater, fazendo com que o animal se canse rapidamente e prefira assim rastejar para se deslocar.

Já o sangue deste animal é verdadeiramente azul. Mas desengane-se quem associe a característica a uma distinta linhagem real. O motivo é simples e desprovido de elaborações metafóricas: em vez de ferro, o sangue dos polvos é rico em cobre que, em condições subaquáticas de grandes profundidades, permite um melhor transporte do oxigénio. É a presença deste elemento que dá ao sangue do polvo a cor azulada.

A linhagem dos cefalópodes começou a formar-se há 500 milhões de anos. Os primeiros polvos apareceram há cerca de 270 milhões de anos, e hoje existem cerca de 300 espécies.

“Podemos agora explorar os mecanismos moleculares do desenvolvimento do polvo, os seus comportamentos complexos, e ter uma melhor compreensão da trajectória evolutiva que levou aos polvos de hoje”, referiu Yan Wang, estudante de neurobiologia da Universidade de Chicago que participou no estudo, também citado pela Reuters. Daniel Rokhsar, professor na Universidade da Califórnia, revela que investigação genómica está a ser desenvolvida noutros cefalópodes, como a lula-gigante.

Um outro objectivo é também perceber a que função do sistema nervoso está associado cada gene. Irá aproveitar-se o facto de alguns genes já estarem activos no embrião do polvo e, por isso, ser mais fácil interferir com eles. “Precisamos de ser capazes de criar animais em laboratório e ter uma melhor ideia do que é o seu comportamento normal, para reconhecermos o que muda quando um gene é eliminado”, afirmou Daniel Rokhsar, no comunicado do OIST.

“Alienígena” foi como lhe chamou o zoólogo britânico Martin Wells (1928-2009) pela estranheza das suas características e diferenças do polvo em relação a outros animais da mesma classe. Clifton Ragsdale, da Universidade de Chicago também autor do estudo, corrobora esta classificação: “Podemos dizer que o nosso artigo descreve o primeiro genoma sequenciado de um alienígena.”

Texto retirado daqui
Texto editado por Teresa Firmino

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Sabes quem eu sou?


Maravilhas Naturais por Acidente


Espetáculo - Mãe-Terra


O Sol da Meia-Noite na Noruega


Polinésia Francesa


Imagens Espetaculares da Natureza


Vista Cansada


Unusual Pictures

Espelhos Naturais


Benvindos ao Alaska


Carta Escrita no Ano 2070


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O Clima dos Polos


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