domingo, 29 de abril de 2018

Vídeo - Sistema Respiratório

sexta-feira, 27 de abril de 2018

Vídeo - Como Funcionam os Pulmões?

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Vídeo - Funcionamento dos Pulmões

terça-feira, 24 de abril de 2018

Vídeo - Como funcionam os pulmões?

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Biologia e Geologia - Um grande problema para Magalhães: A conservação da comida


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terça-feira, 17 de abril de 2018

Biologia e Geologia - Como trabalham os cientistas?


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sexta-feira, 13 de abril de 2018

Powerpoint sobre o Sistema Imunitário 4


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Powerpoint sobre o Sistema Imunitário 3


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Powerpoint sobre o Sistema Imunitário 2


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Powerpoint sobre o Sistema Imunitário 1


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Powerpoint sobre Biotecnologia e Doenças


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Biologia - Powerpoint sobre o Sistema Imunitário 1


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Biologia - Powerpoint sobre o Sistema Imunitário 2


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Biologia - Powerpoint sobre o Sistema Imunitário 3


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Biologia e Geologia - Documentário sobre o Corpo Humano - Sistema Imunitário

Biologia e Geologia - Vídeo - O Processo Inflamatório Passo a Passo

Biologia e Geologia - Vídeo - James Nachtwey: Prémio TED

Biologia - Vídeo - Imunologia e Imunidade Inata

Biologia e Geologia - Resumo sobre Microorganismos


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Parasita que provocou grande fome na Irlanda veio da América do Sul


O parasita das plantas que infectou as batatas na Irlanda e causou a grande fome de 1845 afectou dois anos antes as produções agrícolas dos Estados Unidos, refere um estudo divulgado esta quarta-feira pela revista PLOS ONE.

No estudo, peritos da Universidade Estatal da Carolina do Norte e da Universidade Noruega de Ciência e Tecnologia também encontraram amostras do microrganismo patogénico na Colômbia, o que sugere que o parasita é originário da América do Sul.

A teoria mais comum sobre a escassez de batata que deu origem à grande fome irlandesa, entre 1845-1849, em que morreram dois milhões de pessoas, refere que os primeiros tubérculos infectados chegaram da América do Sul.

O estudo salienta que o parasita também pode ter chegado à Europa através de um carregamento de batatas infectadas proveniente dos Estados Unidos.

No território dos Estados Unidos o parasita sobreviveu quase um século até ter evoluído para outra vertente.

Actualmente, segundo o estudo, são gastos milhões de dólares em todo o mundo a tentar controlar o parasita, que continua a atingir culturas em todo o mundo.

Informação retirada daqui

Placas que se acumulam no cérebro espelham vários subtipos de Alzheimer


A doença de Alzheimer tem sido imparável e não há medicamentos capazes de a travar. O facto de vivermos cada vez mais tempo também contribui para o aumento dos casos. A doença surge na maioria das vezes depois dos 65 anos e é caracterizada por lapsos de memória, esquecimento de pessoas e lugares e perda progressiva de competências sociais e quotidianas. Por fim, os doentes tornam-se completamente dependentes de terceiros. Agora apurou-se que a estrutura molecular da proteína beta-amilóide, que se acumula em placas no cérebro dos doentes de Alzheimer, apresenta diferentes variações nos subtipos clínicos da doença.

Recuando até 1906, o médico alemão Alois Alzheimer (que deu o nome à doença) identificou as primeiras placas de beta-amilóide e de novelos de fibrilhas numa autópsia a um doente. Logo nesta altura se colocaram questões como: quantas placas e fibrilhas têm de se manifestar para provocar a doença?

Hoje sabemos que as placas de beta-amilóide surgem da acumulação da proteína beta-amilóide (que é solúvel) no cérebro, formando depósitos sólidos. É de salientar que esta acumulação, que surge nas imagens do tecido cerebral como uns borrões escuros, acontece fora das células e muito antes dos primeiros sinais da doença.

Também escuras, as fibrilhas assemelham-se a girinos e são formados pela proteína tau. Numa célula nervosa saudável, a proteína tau ajuda na formação de estruturas cilíndricas, chamadas “microtúbulos”, e que são essenciais para a comunicação entre os neurónios. Na doença de Alzheimer, a proteína tau deixa de funciona correctamente: separa-se dos microtúbulos e cria formas desorganizadas que obstruem os microtúbulos.

Não se sabe bem o que provoca estes dois processos – as placas de beta-amilóide e as fibrilhas da proteína tau –, apenas que estes dois tipos de depósitos levam à morte dos neurónios. Em exames de ressonância magnética de pessoas que ainda não apresentavam sintomas de Alzheimer já se tinha detectado a diminuição do córtex e do hipotálamo, o que são provas da morte celular.

Avancemos então até à edição desta semana da revista Nature. Nela, um grupo de cientistas coordenado por Robert Tycko, dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos, publica a descoberta de que as diferenças entre vários subtipos de Alzheimer são visíveis na estrutura molecular das placas de beta-amilóide.

Para realizar o estudo, a equipa analisou 37 amostras de tecidos cerebrais de 18 pessoas. Entre os doentes estavam indivíduos com a forma típica da doença de Alzheimer, bem como de dois subtipos mais invulgares: um em que a doença progride muito rapidamente e a neurodegeneração ocorre em meses, e outro designado por “atrofia cortical posterior” e que é associado a perturbações visuais. As amostras foram observadas ao microscópio electrónico de transmissão e em exames de ressonância magnética nuclear.

Com esta análise, os autores descobriram que uma determinada estrutura molecular que é dominante nas placas tanto nas amostras da forma típica de Alzheimer como nas da atrofia cortical posterior. Já nos pacientes em que a Alzheimer progride muito rapidamente observou-se que as placas têm uma estrutura molecular muito diferente entre si.

“As placas de beta-amilóide podem ter diferentes estruturas moleculares. Algumas têm sido caracterizadas em detalhe para o estudo de placas sintéticas. Descobrimos que a maior parte dos doentes de Alzheimer desenvolve estruturas específicas nos seus cérebros, e elas não são exactamente as mesmas das estruturas das placas sintéticas”, explica-nos Robert Tycko sobre os resultados deste estudo que considera “surpreendentes”. E salienta também que, nos pacientes da forma muito rápida de Alzheimer, as placas têm uma estrutura “muito heterogénea”.

Este estudo vem então reforçar a hipótese de que os diferentes subtipos clínicos da doença de Alzheimer podem ser definidos por diferenças na estrutura molecular das próprias placas de beta-amilóide. “Estes resultados podem contribuir para o desenvolvimento de melhores compostos químicos que permitam diagnosticar a doença nos tecidos cerebrais através de imagens, e possivelmente, evitar a formação de placas”, diz-nos Robert Tycko.  

Este estudo pode assim ser um contributo para o desenvolvimento de novos tratamentos. O número de pessoas com Alzheimer tem subido ao longo dos anos e, em 2015, havia 44 milhões de doentes de Alzheimer. De acordo com a organização Alzheimer’s Disease International, em 2050 o número de pessoas com demências quase triplicará para os 131,5 milhões e a maioria terá Alzheimer.

A equipa pensa agora na continuação do estudo: “Estamos interessados em observar doentes de diferentes categorias de Alzheimer – a forma típica, a atrofia cortical posterior e a forma de progressão rápida – para vermos se desenvolvem diferentes estruturas nas placas. Neste estudo, apenas encontrámos uma grande heterogeneidade nas estruturas das placas da forma de Alzheimer que progride muito rapidamente”, explica Robert Tycko. “Estudos adicionais com outros subtipos podem levar-nos a respostas mais definitivas.”

Informação retirada daqui

Ficha de Trabalho de Biologia - 12º Ano - Sistema Imunitário


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Ficha de Trabalho de Biologia - 12º Ano - Sistema Imunitário


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Ficha de Trabalho de Biologia - 12º Ano - Sistema Imunitário


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Ficha de Trabalho de Biologia - 12º Ano - Sistema Imunitário


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Fungos, um inimigo desconhecido


Para as crianças e adultos que frequentam piscinas, praticar natação é um prazer, mas se não forem tomadas as devidas precauções, as zonas de acesso podem constituir um foco de infecções. Os fungos que por ali proliferam são formas de vida simples que, por vezes, estão na origem de situações complexas.

Durante o Verão, o aumento do suor favorece o aparecimento das micoses na pele.
Os cuidados higiénicos são importantes para evitá-los.
Os fungos são uma antiga forma de vida. Não são plantas porque não têm clorofila nem podem fabricar o seu próprio alimento. Os seus parentes mais próximos são as bactérias e provavelmente é destas que eles provêm.
Os fungos decompõem a matéria orgânica morta ou parasitam animais, plantas e humanos, sendo a sua actividade vital para as formas superiores de vida.
A maioria dos fungos é inócua ou benéfica. Basta pensar que, para além dos fungos comestíveis (cogumelos), nesta classe também entram leveduras, utilizadas na panificação e na fermentação da cerveja. Contudo, eles podem provocar perturbações ou mesmo doenças graves.

As micoses, quando atingem a pele, recebem geralmente o nome de tinhas (ou tínea) e manifestam-se pelo aparecimento de lesões de cor avermelhada, escamação e são pruriginosas, ou seja, provocam comichão. Destacam-se as seguintes micoses:

Micose de couro cabeludo (capitis)
Muito frequente em crianças pré-escolares e escolares. Apresenta-se como uma placa de cabelos picotados, com descamação no centro ou com reacção inflamatória. Quando apresenta muitos abcessos ou pus, forma o quadro denominado de Kerion celsii, podendo até deixar cicatriz.

Micose de barba (barbae)
Ocorre na área da barba. Pode ter aspecto inflamatório, semelhante à infecção ou apresentar uma lesão com bordas bem delimitadas, com microvesículas e um centro, com crescimento descamativo pelas bordas, como é típico de todas lesões de micoses.

Micose do corpo (corporis)
Pode aparecer em qualquer área do corpo, em geral com um aspecto bem característico, e crescimento pelas bordas, com microvesículas, avermelhada.

Micose de mão (manuum)
Pode apresentar-se como uma descamação difusa ou com pequenas bolhas.

Micose crural (cruris)
É a tinha localizada entre as coxas, podendo alastrar-se para a área genital. E mais comum em homens e no Verão (pelo aumento da temperatura local e da humidade).

Pé de Atleta
É uma infecção na qual a pele do pé se torna húmida, inflamada e com comichão. Primariamente, a infecção afecta a pele entre e debaixo dos dedos dos pés, sobretudo do quarto e do quinto. A pele descasca-se e greta, produzindo, por vezes, áreas feridas. Nos casos graves, as unhas também são afectadas e tornam-se espessas e descoloridas.

Micose de unha
A onicomicose é uma infecção das unhas que ocorre com maior frequência nos pés, mas também pode ocorrer nas mãos.
Quando uma micose se instala nas unhas, estas podem sofrer um espessamento, alterar a sua forma e aparência, mudar a sua coloração; algumas vezes tornam-se mais frágeis e quebradiças e, noutros casos, ficam endurecidas.

Candidíase
A candidíase manifesta-se em áreas constantemente húmidas, como na região da fralda nas crianças, área sob as mamas, entre os dedos das mãos de pessoas que trabalham expostos à água, na região da virilha… Apresenta-se geralmente como lesões avermelhadas sobre a pele húmida e macerada. Pode gerar comichão, ardor ou outros sintomas, dependendo da extensão da lesão.

Micose de Praia
A Micose de Praia ou Pano Branco surge geralmente como manchas que escamam, às vezes brancas, outras castanhas ou ainda noutras tonalidades. Normalmente, surge no corpo, pescoço, face e membros. Praticamente, esta doença não apresenta sintomas.

Histoplasmose
A Histoplasmose é uma infecção causada por um fungo, o Histoplasma capsulatum, que se encontra no solo e nos excrementos de morcegos e determinadas aves. Na maioria dos casos manifesta-se nos pulmões, sendo provocada pela inalação dos minúsculos esporos do fungo, transportados pelo ar. Na sua forma mais aguda provoca febre, mal-estar e outros sintomas semelhantes aos da gripe.

Como prevenir as micoses?
Tenha bons cuidados higiénicos.
Prefira meias e roupas íntimas de algodão, pois as fibras sintéticas retêm o suor.
Mantenha os ambientes secos e limpos.
Não use roupa e calçado apertados e inadequados.
Seque a pele após o banho, piscina, praia, ou quaisquer outras actividades que deixem a pele húmida, com especial atenção para a região das dobras, como virilhas, entre os dedos, sob as mamas.
Não compartilhe toalhas, roupas e chinelos com outras pessoas.
Evite caminhar descalço em locais públicos (piscinas, praias e saunas).
Quando for à manicura ou pedicura, leve o seu próprio material, caso não o tenha, verifique se está esterilizado.
Mantenha as unhas sempre bem limpas e curtas.
Não leve animais domésticos à praia e evite as que são frequentadas por cães e gatos.
Doenças como a diabetes devem ser controladas.

Como tratar as micoses?
É importante saber que as micoses podem ser tratadas. Poderão ser usadas medicações locais sob a forma de cremes, loções, soluções ou medicações via oral, dependendo da intensidade do quadro. O tratamento das micoses é sempre prolongado, variando de 30 a 60 dias. A interrupção do tratamento deve ocorrer por orientação médica, pois mesmo sem sintomas o fungo pode resistir nas camadas mais profundas.
Evite usar medicamentos indicados por outras pessoas, pois podem ocultar características importantes para o diagnóstico correcto da micose. O especialista irá prescrever um tratamento adequado ao tipo de infecção.
Um aspecto importante do tratamento é seguir correcta e rigorosamente a prescrição médica, pois se todos os fungos não forem eliminados, a micose pode voltar.
Sempre que tiver alguma suspeita de micose, procure o médico para a diagnosticar e tratar correctamente.

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Powerpoint sobre o Património Genético e Alterações ao Material Genético


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Powerpoint sobre Hereditariedade II


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Powerpoint sobre Hereditariedade I


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Biologia e Geologia - Powerpoint sobre Património Genético e Alterações ao Material Genético


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sábado, 7 de abril de 2018

Powerpoint sobre Transmissão da Vida - Reprodução


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Powerpoint sobre Reprodução Humana - Aparelho Reprodutor Masculino


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Powerpoint sobre Reprodução Humana e Manipulação da Fertilidade


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Powerpoint sobre o Desenvolvimento Embrionário


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Powerpoint sobre o Sistema Reprodutor Masculino


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Powerpoint sobre o Sistema Reprodutor Feminino


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Powerpoint sobre a Reprodução nos Seres Vivos


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Powerpoint sobre a Manipulação da Fertilidade



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Biologia e Geologia - Powerpoint sobre Reprodução Humana


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Biologia - Powerpoint sobre Reprodução Humana


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Biologia - Powerpoint "No Ventre Materno"


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Biologia e Geologia - Powerpoint sobre os Ciclos Sexuais Femininos


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Ficha de Trabalho sobre os Sistemas Reprodutores Masculino e Feminino


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Ficha de Trabalho sobre Anatomia e Fisiologia Reprodutiva / Gametogénese


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Teste de Avaliação sobre Reprodução


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Biologia - Ficha de Trabalho sobre Anatomia e Fisiologia Reprodutiva / Gametogénese


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Infertilidade humana


Actualmente existem procedimentos biotecnológicos que permitem manipular, até certo ponto, os processos reprodutivos. Estes procedimentos incidem quer sobre o controlo da natalidade quer sobre a resolução de problemas de fertilidade. De facto, o conceito de Saúde Reprodutiva prevê que as pessoas possam ter uma vida sexual satisfatória e segura, tendo a capacidade de se reproduzir e decidir se, quando e com que frequência o fazem.
O desejo manifestado por muitos casais de poder ter filhos é natural, porém, torna-se difícil realizar este desejo nos casais afectados pela infertilidade.
A infertilidade, segundo a Organização Mundial de Saúde, afecta cerca de 10% dos casais de todo mundo. A infertilidade traduz-se na incapacidade temporária ou permanente de conceber um filho ou levar uma gravidez até ao seu termo natural. A infertilidade pode ter origem na mulher, no homem ou em ambos, sendo cerca de 52% dos casos relacionados com factores femininos, e 48% com factores masculinos. Mas em cerca de 1/3 dos casos totais existentes de causas de infertilidade residem em ambos os elementos do casal. Deste modo, é muito importante que os casais afectados procurem assistência médica especializada.

A infertilidade
Como já foi referido, a infertilidade é a incapacidade temporária ou permanente em conceber um filho ou em levar a cabo uma gravidez até ao seu termo natural.
A infertilidade afecta três em cada dez casais europeus em idade reprodutiva. A maioria dos casais assume que são férteis e esperam conceber um filho logo após o término do uso de métodos contraceptivos. Contudo, em cada dez mulheres em idade fértil duas são inférteis.
Considera-se que existe um problema de infertilidade quando um casal tem relações sexuais regularmente, sem utilizar contracepção durante um período de 1 ano, sem que ocorra uma gravidez. No entanto, tal não significa que a gravidez não possa ocorrer naturalmente após esse período ou recorrendo a técnicas específicas, uma vez que a infertilidade total, ou esterilidade, é uma situação rara. Os tratamentos actuais, que recorrem a técnicas específicas para possibilitar a gravidez, oferecem uma boa taxa de sucesso, e cerca de 3 em cada 4 mulheres submetidas ao tratamento engravidarão.
Um estudo efectuado recentemente indica que um declínio significativo da fertilidade começa entre os 30 e os 33 anos, sendo mais acentuado entre os 35 e os 38 anos para as mulheres, enquanto que nos homens, o declínio da fertilidade é menos dramático, este só se torna notório a partir dos 40 anos.
Quando se suspeita que um casal tem um problema de infertilidade, o primeiro passo do médico passa por realizar os testes no casal, procurando as causas da baixa de fertilidade.

Causas da infertilidade
A maioria dos casais, com dificuldades em engravidar, não é estéril, porém são inférteis ou subférteis. A infertilidade pode ter origem na mulher, no homem, ou em ambos. Contudo existem factores sem causa aparente.

Factores masculinos
No homem, a infertilidade está, geralmente, relacionada com os seguintes problemas:
Produção insuficiente (hipospermia) ou nula (Azoospermia) de espermatozóides;
Produção de espermatozóides de fraca qualidade, ou seja, com formas anormais (Teratozoospermia) ou com baixa ou nula mobilidade, impedindo-os de perfurar a camada externa do óvulo;
Problemas anatómicos ou fisiológicos ao nível do aparelho reprodutor, como a obstrução dos canais por onde circula o esperma (pode decorrer da ausência congénita do deferente, ou do bloqueio de um ducto ejaculatório);
Varicocele;
Criptorquidia;
Infecção espermática;
Gametogénese anormal;
Impotência;
Por vezes, ainda, os espermatozóides são aparentemente normais, mas não conseguem fecundar o óvulo, devido a anomalias bioquímicas impossíveis de detectar ao microscópio;
Causas hormonais, como a falta de FSH e LH;
Desordens imunológicas: anticorpos contra os próprios espermatozóides (anti-espermatozóides);
Anomalias genéticas.
O espermograma é um exame de grande importância na avaliação do homem infértil. Em caso de alteração espermática, deve-se pedir pelo menos dois testes com intervalo de três meses, dado que, este é o período necessário para o nascimento de uma nova família de espermatozóides.
Se os valores encontrados num espermograma de um homem forem diferentes daqueles encarados como normais, considera-se que este poderá ter um problema de infertilidade. Porém, deve-se tomar em atenção que, alguns medicamentos ou factores ambientes podem alterar temporariamente a qualidade do sémen.
As principais causas da produção de espermatozóides de fraca qualidade estão relacionadas com:
– Tabaco;
– Álcool;
– Exercícios excessivos;
– Cafeína;
– O consumo de substâncias psicotrópicas;
– O stress;
– A exposição a substâncias tóxicas como o chumbo;
– Vibração excessiva;
– Defeitos genéticos;
– Alterações hormonais;
– Infecções.

Varicocele
A Varicocele é a principal causa de infertilidade nos homens e ocorre devido a uma dilatação das veias espermáticas internas que drenam o testículo.
A varicocele desenvolve-se devido a válvulas defeituosas que, em condições normais, permitem o refluxo do sangue do testículo para o abdómen. A deficiência testicular ocorre devido ao fluxo anormal de sangue do abdómen para o escroto, deste modo, aumenta a temperatura testicular, propiciando um meio desfavorável para a espermatogénese, afectando assim a fertilidade do homem. Por outro lado, a varicocele interfere na concentração de testosterona, afectando mais uma vez a espermatogénese.

Criptorquidia
Em cada 125 crianças do sexo masculino, uma delas sofre de criptorquidia, que consiste na não descida de um ou dos dois testículos para o escroto (bolsas onde, normalmente, ficam alojados os testículos) durante o desenvolvimento embrionário.
Estas crianças, quando adultos, têm pouco probabilidade de serem férteis, visto que, a não descida dos testículos implica um aumento da temperatura testicular, propiciando um meio desfavorável para a formação de espermatozóides.
Se o testículo não descer para o escroto durante o 3º trimestre da gestação, pode no entanto fazê-lo durante o primeiro ano de vida., contudo, se tal não ocorrer deve-se optar pela cirurgia, todavia, a correcção cirúrgica não garante que o testículo venha a funcionar normalmente.


Factores femininos
Na mulher, alguns dos factores mais comuns que podem levar à infertilidade são:
Ausência da ovulação (anovulação), quer porque os ovários não desenvolvem oócitos maduros, quer porque não os libertam;
Ovulação pouco frequente;
Disfunção do hipotálamo na produção de Gn-RH;
Malformações da hipófise que originam a falta de FSH e LH;
Problemas anatómicos ou fisiológicos ao nível do aparelho reprodutor, como, trompas de Falópio bloqueadas, danificadas ou ausentes, e a obstrução do colo do útero;
Inibição da nidação ou rejeição do embrião após esta fase;
Menopausa precoce (provavelmente genética);
Causas genéticas como o síndrome de Turner em que há pouco ou nenhum tecido ovárico;
Causas psicológicas, como o stress e emoções fortes que provêm, por exemplo, da perda de um ente querido, dificuldades no casamento.
Outros factores que podem provocar infertilidade na mulher são as lesões tubárias, que levam ao bloqueio do encontro do oócito II com o espermatozóide. As suas principais causas são:
– Infecções provocadas por bactérias ou vírus;
– Doenças abdominais, tais como a apendicite, colite, peritonite, infecção pós-parto e aborto, cirurgia prévia – como abdominal ou pélvica;
– Gravidez ectópica (fora do útero), que pode ser letal à mulher e repetitiva;
– Defeitos congénitos, como anormalidades numa ou em ambas as trompas de Falópio;
– Endometriose (formação de endométrio em locais fora do útero), que leva à inflamação e cicatrização das trompas de Falópio.
O muco cervical é outro facto que pode levar à infertilidade na mulher, quer em casos em que ele é escasso, quer em casos em que ele é muito espesso, uma vez que impede a locomoção adequada do espermatozóide para atingir o oócito II.
Decorre de alterações hormonais, como pouco estrogénio, excesso de progesterona.

Outras causas de infertilidade
Deve-se também tomar em consideração que a fertilidade pode ser afectada, em termos individuais, por diversos factores, como a alimentação, o estado de saúde geral ou, no caso da mulher, a idade e a amamentação.
Existem também diversas doenças que podem provocar a infertilidade. As doenças sexualmente transmissíveis (DST) ou doenças venéreas são doenças infecciosas de etiologia variada e propagam-se, essencialmente, através de contactos sexuais, podendo provocar a infertilidade.
– Síndrome da Imunodeficiência Adquirida – SIDA;
– Hepatite B;
– Herpes Genital;
– Gonorreia;
– Clamídia;
– Sífilis;
– Candidíase;
– Tricomoníase.
Também as operações cirúrgicas nas quais sejam extraídos os ovários (ovariectomia ou ooforectomia) ou o útero (histerectomia), à mulher, ou os testículos, ao homem, provocarão esterilidade.

Biologia - Resumo da Matéria de Biologia


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quarta-feira, 4 de abril de 2018

Fotografia - Macro

Fotografia - Macro

Fotografia - Macro

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Organismos geneticamente modificados: que futuro?

Um organismo geneticamente modificado é um microrganismo, um vegetal ou um animal cujo genoma inclui um fragmento de DNA alheio que foi inserido por um procedimento experimental de recombinação (o que exclui a transferência de DNA viral por um processo infeccioso natural). O DNA alheio adquirido por um OGM faz parte integrante do material genético do seu hospedeiro. É transmitido à sua descendência que constitui uma nova estirpe de organismos vivos.
Como aplicação na biotecnologia moderna, esta técnica permita seleccionar genes individuais para serem transferidos de um organismo para outro, até mesmo entre espécies diferentes.
A transgénese é, assim, uma forma de mutação experimental. O temor associado à manipulação genética é ilustrado pela parábola do Dr. Frankenstein: «Querer criar a criatura perfeita a partir de pedaços de outras pode resultar numa monstruosidade e, o que é pior, numa monstruosidade incontrolável!»
- Prós e Contras da manipulação genética
Qualquer que seja a invenção na área da genética levanta questões éticas e divergência de opiniões.

Prós
Não é verdade que a transgénese cause, inevitavelmente, sofrimento aos animais.
A transformação genética, ao permitir introduzir características consideradas interessantes surge como uma alternativa de enorme potencial.
As plantas transgénicas não têm a toxicidade, os compostos cancerígenos, ou alergénios como muitos corantes, conservantes e outros aditivos que são adicionados a muitos produtos alimentares que consumimos e contra os quais, infelizmente, poucas vozes se levantam.
Para finalizar, a Engenharia Genética, para além de cumprir objectivos científicos e comerciais, cumpre também objectivos humanitários.
Os alimentos transgénicos não apresentam mais riscos para a saúde do que os tradicionais.
Uma planta transgénica possui a mesma garantia que um medicamento, pois passa por controlos adicionais que não são exigidos a um alimento normal.
Não é verdade que as culturas transgénicas se irão impor na agricultura, de modo a acabar com a subsistência rural dos países em vias de desenvolvimento assim como a sua economia.
Estes são alguns argumentos a favor dos OGM.

Contras
Quanto aos argumentos contra estes organismos temos por exemplo o facto de os animais serem providos de sistema nervoso e de uma sensibilidade muito comparável à nossa. A transgénese implica o sacrifício de animais para a criação de estirpes.
Os animais, ao terem um organismo tão complexo serão os cientistas capazes, na verdade, de controlar e prever todos os efeitos que possam ocorrer, será outro aspecto importante.
A modificação genética de plantas coloca problemas quanto ao seu impacto no ambiente natural e à sua utilização enquanto alimentos. Nestes casos, só podem ser utilizados genes sem efeitos nefastos para não contaminar plantas de cultivo e selvagens vizinhas.
Esta técnica é admissível mas deveria restringir-se tanto quanto possível!

Células estaminais

Células estaminais
O recurso a células estaminais para combater doenças debilitantes está rodeado de controvérsia.
As células estaminais são células não especializadas que possuem a capacidade de se transformarem em qualquer tipo de tecido humano. Constituem, portanto, um recurso eficaz na criação de tecidos e órgãos saudáveis, permitindo curar doenças mortais.
A investigação científica em células estaminais embrionárias começou nos EUA, mas o despertar de preocupações éticas restringiu o seu financiamento.
No Reino Unido, autoriza-se a colheita deste tipo de células em embriões não utilizados na fertilização in vitro e a clonagem de embriões especificamente destinados à investigação. Outros países, no entanto, manifestam-se claramente contra a investigação em embriões que, de acordo com o Vaticano, é «um acto gravemente imoral». Porém, a utilização de células estaminais embrionárias parece estar para breve: os investigadores esperam testá-las já em 2006.
A células estaminais adultas são mais escassas e mais difíceis de desenvolver.
Os transplantes sanguíneos do cordão umbilical realizam-se desde 1988 e são considerados uma terapia com células estaminais adultas, pois estas provêm de bebés e não de embriões. Ao contrário do que sucede numa transfusão de sangue simples, as células estaminais presentes no cordão umbilical têm capacidade para se fixar na medula óssea e produzir células sanguíneas e imunitárias para toda a vida.
Em Portugal, o transplante de células estaminais adultas já é efectuado no tratamento de algumas patologias, como a leucemia e alguns linfomas.


Revista Science retracta-se no caso de fraude de investigador sul-coreano com células estaminais
A revista Science, uma das mais prestigiadas revistas científicas do mundo, publicou, em 2004 e 2005, dois artigos falsos do cientista coreano Hwang Woo-suk sobre a criação de linhas de células estaminais para fins terapêuticos. Os seus estudos sobre células-tronco de embriões humanos clonados, que geraram esperança em casos de doenças consideradas até agora incuráveis, tinham sido alicerçados em dados falsos.
Na sequência do facto, o director da Science anunciou a tomada de algumas medidas para evitar que casos como este se repitam, no entanto acredita-se que não se consiga conceber um sistema perfeito para evitar fraudes.
Hwang Woo-suk, que tinha sido elevado à categoria de herói nacional pela Coreia do Sul, é agora considerado um vilão. Os resultados do seu trabalho representavam um trunfo na área da biotecnologia, mas o ídolo tinha pés de barro.

A controvérsia dos Organismos Geneticamente Modificados

Os OGM são organismos geneticamente modificados cujo genoma foi manipulado, apresentando diferenças relativamente à sua constituição original. Os OGM respondem a uma necessidade social, dado que a manipulação genética em plantas de cultivo confere-lhes novas características, tais como, maior resistências a doenças, a herbicidas, ao calor, à seca, à geada e redução das necessidades de fertilizantes; permite ainda o desenvolvimento de produtos com maior valor nutritivo e qualidade alimentar.
Contudo, é claro que existem interesses económicos nada defensáveis envolvendo os transgénicos. Assim é necessário distinguir claramente a ciência envolvida com os OGM do uso que se pode fazer dessa ciência.
A chegada ao mercado das plantas transgénicas teve um efeito colateral retumbante, uma luta dos ambientalistas contra os industriais. Os opositores não se declaram contrários aos OGM e à bioengenharia, apenas querem a realização de experiências e análises exaustivas até que fique provado, de forma inequívoca, a sua inocuidade para o homem e o ambiente, defendendo também a rotulagem dos produtos, como forma de garantir ao cidadão o exercício do direito de optar ou não pelo consumo de OGM.
As preocupações referem-se a possíveis impactos negativos dos transgénicos sobre a biodiversidade, ao medo de reacções alérgicas ou tumores/cancros nos seres humanos, e à concentração do poder económico pelos grupos transnacionais possuidores desta ciência. Quanto à biodiversidade, existe o risco de eventual contaminação de seres vivos pela troca de genes com os OGM. Reacções alérgicas aos alimentos, ao que parece, são muito comuns, podendo também ser activadas pelos transgénicos. Sabe-se ainda que a inserção de genes em determinados locais do genoma pode activar oncogenes, responsáveis pelo aparecimento de cancros e tumores.
Fica deste modo em aberto: serão as manipulações genéticas seguras a este nível? Não poderão os OGM transportar outros genes para além dos desejados? Não poderão as novas tecnologias ser postas ao serviço de corporações, aumentando-lhes o poder económico?

Biologia e Geologia - Vamos criar novos organismos?


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Cientistas propõem projecto para criar genoma humano sintético


Um grupo de 25 cientistas propôs nesta quinta-feira um projecto ambicioso para criar um genoma humano sintético, ou rascunho genético, uma ideia que levanta preocupações sobre até que ponto é que a vida humana pode ou deve ser construída.

Um genoma humano sintético poderá tornar possível fabricar humanos sem parentes biológicos – criando o espectro, por exemplo, do aparecimento de humanos por encomenda com características genéticas "melhoradas".

Os cientistas disseram que esse não era o objectivo. Alegam que as aplicações potenciais de um genoma humano sintético incluem fazer crescer órgãos humanos para transplantes, criar imunidade contra vírus, criar resistência contra o cancro e acelerar o desenvolvimento de vacinas e fármacos usando células e órgãos humanos.

O projecto tem como objectivo construir um genoma sintético e testá-lo em células em laboratório dentro de dez anos. A ideia, que surgiu numa reunião em Maio, na Universidade de Harvard, nos EUA, em que participaram cientistas exclusivamente convidados para o encontro – tendo por isso sido alvo de denúncias como sendo demasiado secreta –, foi revelada nesta quinta-feira num artigo na revista Science escrito pelos cientistas envolvidos.

Os cientistas reconheceram que a ideia é controversa e disseram que iriam procurar o envolvimento público e ter em consideração implicações éticas, legais e sociais. A maioria dos investigadores trabalha em universidades e noutras instituições dos Estados Unidos. O trabalho foi baptizado "Projecto de Escrita do Genoma Humano".

Os cientistas esperam obter 100 milhões de dólares (89,75 milhões de euros) de financiamento público e privado para iniciar o projecto este ano e estimam um custo total abaixo dos 3000 milhões de dólares (2692 milhões de euros) gastos no Projecto do Genoma Humano, que mapeou completamento o ADN humano pela primeira vez em 2003.

Um genoma sintético envolveria o uso de químicos para criar o ADN presente nos cromossomas humanos. O novo projecto “irá incluir a construção de linhas celulares com o genoma humano completo e de linhas celulares com o genoma de outros organismos com relevância na agricultura e na saúde, ou de organismos necessários para interpretar as funções biológicas humanas”, escreveram os cientistas, liderados pelo geneticista Jef Boeke, do Centro Médico Langone da Universidade de Nova Iorque, no artigo.

Os cientistas disseram que um genoma sintético é uma “continuação lógica” dos instrumentos de engenharia genética usados nas últimas quatro décadas de um modo seguro pela indústria de biotecnologia.

O grupo também inclui especialistas da Escola Médica de Harvard, do Instituto de Tecnologia do Massachusetts, do Laboratório Nacional Lawrence Berkeley, da Faculdade de Medicina da Universidade Johns Hopkins, da Universidade de Yale, da Universidade de Columbia, da Universidade da Califórnia em Berkeley, da Universidade de Washington, todas elas instituições nos Estados Unidos, e da Universidade de Edimburgo, na Escócia, do instituto Autodesk Research, da empresa Bioeconomy Capital e de outras entidades.

Cientistas não envolvidos referiram possíveis benefícios do novo projecto, como conhecer-se a função de vastas partes do genoma que continuam misteriosas e ajudar a compreender melhor como é que os genes são regulados e por que é que há tanta variedade genética entre indivíduos e populações humanas.

“Irá também fornecer tecnologias para a terapia genética avançada e levar a uma compreensão muito maior de como o genoma está organizado e de como é que isso se altera nas doenças celulares”, disse Paul Freemont, co-director do Centro para a Inovação e Biologia Sintética no Imperial College de Londres. “O projecto não é assim tão controverso como alguns observadores estarão a dizer”, observou ainda John Ward, professor de Biologia Sintética da University College de Londres. “Não há nenhum pedido para se fazer um ser humano inteiro.”

O projecto surge numa altura de debate intenso sobre a ética de usar em embriões humanos o novo instrumento de edição genómica chamado CRISPR-Cas9, depois de cientistas chineses terem publicado em 2015 os resultados de um estudo que envolvia o uso daquela técnica em embriões humanos, levando a pedidos de proibição global deste tipo de investigação.

Os defensores dizem que a CRISPR pode ajudar a acelerar o esforço dos cientistas em corrigir e prevenir as doenças hereditárias, que passam no genoma de pais para os filhos. Mas os críticos preocupam-se com os efeitos desconhecidos nas novas gerações e a tentação de futuros pais alterarem o genoma de embriões para melhorar características como a inteligência e as capacidades atléticas.

Informação retirada daqui

Protocolo - Análise Bacteriológica de Águas. Pesquisa, confirmação e determinação do número de bactérias coliformes



Protocolo - Análise Bacteriológica de Águas. Pesquisa, confirmação e determinação do número de Enterococos



Protocolo - Análise Bacteriológica de Águas. Pesquisa, Confirmação e Determinação do Número de Clostrídios Sulfito Redutores



Protocolo - Pressão radicular



Exame Nacional - Ensino Secundário - Biologia e Geologia - 702 - 2016 - 1ª Fase


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