sábado, 9 de maio de 2026
sábado, 11 de abril de 2026
Ainda o Movimento de Rotação da Terra…
Programa da autoria do professor António Manuel Baptista, sobre a história da Ciência e a importância de algumas descobertas científicas do passado. Neste episódio, continuação da explicação do movimento de rotação da terra, e as experiências científicas que provam e testemunham este fenómeno.
https://arquivos.rtp.pt/conteudos/ainda-o-movimento-de-rotacao-da-terra/
…Mas a Terra Move-se
Programa da autoria do professor António Manuel Baptista, sobre a história da Ciência e a importância de algumas descobertas científicas do passado. Neste episódio, destaque para a história e evolução científica do estudo do movimento de rotação do planeta Terra.
Movimentos das placas tectónicas
https://ensina.rtp.pt/artigo/movimentos-das-placas-tectonicas/
Dinâmica externa da terra: os minerais
https://ensina.rtp.pt/artigo/dinamica-externa-da-terra-os-minerais/
As condições para a vida na Terra
A existência de vida no nosso planeta deve-se a um conjunto de condições que permitiu a formação das primeiras formas de vida e, ao longo do tempo, o desenvolvimento de formas mais complexas:
• A existência de uma fonte de luz e calor, o Sol, é essencial, direta e indiretamente, a todos osseresvivos.
• A distância da Terra ao Sol(cerca de 150milhões de quilómetros) garante temperatura amena, compatível com a vida, e que permite a existência de água nos três estados físicos (sólido, líquido e gasoso).
• A composição da atmosfera permite:
— o efeito de estufa, que possibilita baixa amplitude térmica;
— a proteção da radiação ultravioleta proveniente do Sol, devido à camada de ozono;
— a proteção parcial da superfície terrestre do bombardeamento por meteoritos.
• A dimensão e a constituição da Terra possibilitam a existência da atmosfera, a tectónica ativa e a existência do campomagnético, que evita que a superfície terrestre seja atingida pelos ventos solares, que impossibilitariam a vida.
• A existência de planetas gigantes protege a Terra do impacto de corpos celestes.
• A presença da Lua favorece a estabilidade do clima, fundamental para o desenvolvimento e a evolução das formas de vida
A deriva dos continentes
História evolutiva da vida
A história evolutiva da vida na Terra traça os processos pelos quais organismos vivos e fósseis evoluíram. Engloba a origem da vida na Terra, que se pensa ter ocorrido há 4,1 bilhões de anos, até aos dias de hoje. As semelhanças entre todos os organismos atuais indicam a presença de um ancestral comum a partir do que todas as espécies divergiram por um processo de evolução.
Biofilmes de bactérias e archaea coexistentes foram a forma de vida dominante no início do Arqueano e pensa-se que muitos dos principais passos nos primórdios da evolução tiveram lugar dentro deles. A evolução de fotossíntese com oxigênio, há cerca de 3,5 bilhões de anos, eventualmente levou à oxigenação da atmosfera, começando por volta de há 2 400 milhões de anos.[Enquanto que células eucariotas podem ter estado presentes anteriormente, a sua evolução foi acelerada quando começaram a usar o oxigénio no seu metabolismo. A evidência mais antiga de eucariotas complexos com organelos, data de 1,85 bilhões de anos. Mais tarde, por volta de há 1 700 milhões de anos, começaram a aparecer organismos multicelulares, com células diferenciadas a realizar funções especializadas.
As primeiras plantas terrestres datam de há cerca de 450 milhões de anos, apesar de evidências sugerirem que algas formaram-se em terra tão cedo com há 1,2 bilhões de anos. Plantas terrestres foram tão bem sucedidas que se pensa que elas contribuíram para a extinção do Devoniano. Os animais invertebrados apareceram durante o Ediacarano, enquanto que os vertebrados surgiram há cerca de 525 milhões de anos, durante a explosão do Cambriano.
Durante o Permiano, os sinápsidos, incluindo os ancestrais de mamíferos, dominaram a terra, mas a porém com a extinção do Permiano-Triássico há 251 milhões de anos, este fato esteve perto de dizimar toda a vida complexa. Durante a recuperação desta catástrofe, os Archosauria tornaram-se os vertebrados terrestres mais abundantes, substituindo os therapsida em meados do Triássico. Um grupo de archosauria viveram quando os dinossauros, dominaram o Jurássico e Cretácico, enquanto os ancestrais dos mamíferos sobreviviam como pequenos insectívoros. Depois da extinção Cretáceo-Paleogeno há 65 milhões de anos ter morto os dinossauros não-avianos os mamíferos aumentaram rapidamente em tamanho e diversidade.Tal extinção em massa pode ter acelerado a evolução ao fornecer oportunidades para novos grupos de organismos de diversificar.
Evidências fósseis indicam que as plantas com flor apareceram e rapidamente diversificaram no princípio do Cretácico, entre há 130 milhões a 90 milhões de anos, provavelmente pela coevolução com insectos polinizadores. Plantas com flores e fitoplâncton marinho são ainda os produtores de matéria orgânica dominantes. Insectos sociais apareceram por volta da mesma altura que as plantas com flor. Apesar de ocuparem apenas uma pequena parte da "árvore da vida" dos insectos, agora formam cerca de metade da massa total dos insetos. Os humanos evoluíram a partir de uma linhagem com diferentes espécies de hominideos cujos fósseis mais antigos datam de há mais de 6 milhões de anos. Apesar dos membros mais antigos desta linhagem terem cérebros do tamanho semelhante ao de um chimpanzé, há sinais de um aumento constante do tamanho do cérebro após 3 milhões de anos.
Conteúdo - Rede Nacional de Áreas Protegidas . RNAP
Predação - O que é?
O Eousdryosauros, um dinossauro herbívoro português
https://ensina.rtp.pt/artigo/o-eousdryosauros-um-dinossauro-herbivoro-portugues/
Era um herbívoro pequeno e rápido. Deram-lhe o nome de "Eousdryosauros" e é uma espécie de dinossauro, descoberta na zona da Lourinhã que, pelo menos por enquanto, só foi identificado no nosso país.
Tinha pouco mais de meio metro de altura e viveu num mundo de gigantes durante o período Jurássico. Possivelmente escondia-se em florestas para escapar aos predadores, que durante aquele período alcançaram dimensões gigantescas.
A descoberta foi feita por particulares que se dedicam à busca de fósseis na zona da Lorinhã. O esqueleto está muito completo e promete trazer mais novidades ao mundo da paleontologia.
Nesta reportagem pode ouvir declarações de Bruno Silva, diretor do Laboratório de Paleontologia da Sociedade de História Natural, e de Fernando Escaso, paleontólogo do Laboratório de Paleontologia da Sociedade de História Natural.



