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segunda-feira, 25 de junho de 2018

Conteúdo - Sistemática - Reinos




Tradicionalmente os seres vivos eram divididos em dois reinos: Plantas e Animais. Como muitos seres simples não cabem nesta divisão, em 1866 Ernst Heinrich Haeckel propôs a categoria Protista, incluindo algas, fungos, protozoários e bactérias, No século XX a classificação mais aceite passou a ter cinco reinos: Protista (protozoários e algumas algas), Monera (bactérias procariontes, e cianobactérias ou algas azuis), Fungi, Plantae e Animalia.

Recentemente a análise genética levou a propor o grupo Archaea para as Archaebactérias, e mais dois grupos: as outras bactérias e os eucariontes (organismos que têm núcleo celular: fungos, plantas e animais).

No entanto, estudos recentes passaram a aceitar o sistema de seis reinos (Monera, Protista, Animalia, Fungi, Plantae e Chromista). O reino Chromista engloba alguns grupos de algas como as Phaeophyta, Chrysophyta e Bacillariophyta (Diatomáceas) que possuem cloroplasto com 4 membranas, localizado no lumem do retículo endoplasmático rugoso e originado de uma simbiose secundária.

Considerando-se os organismos fotossintetizantes envolvidos nesta nova divisão dos reinos, uma das principais características definidoras das linhagens evolutivas é justamente a origem do cloroplasto:

Cianobactérias: Sem cloroplasto, pigmento difuso no citoplasma
Plantas: Simbiose primária (Protista + cianobactéria), cloroplasto com duas membranas.
Protistas (Euglenas e Dinoflagelados): Simbiose secundária ou terciária (Protista + planta), cloroplasto com 3 membranas
Chromistas: Simbiose secundária (Protista + Planta), cloroplasto com 4 membranas.

segunda-feira, 28 de maio de 2018

Guia Interpretativo - NP EN ISO 14001:1999


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Guia de Boas Práticas para Avaliação Ambiental Estratégica - Orientações Metodológicas


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Passaporte Ambiental


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Guia de Boas Práticas para Avaliação Ambiental Estratégica


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Regulamento do EMAS

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Normas de Utilização - Sinalética nas Embalagens


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Programa de Prevenção de Riscos Ambientais


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domingo, 27 de maio de 2018

Fotografias - Natureza








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Fotografias - Macro

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Notícia - Biólogos surpreendidos com animal selvagem de difícil classificação


Há mais de uma semana que especialistas em biodiversidade andam a tentar classificar um animal que foi abatido no estado norte-americano do Montana (noroeste dos EUA). Não é bem um lobo nem um cão, e as dúvidas dos cientistas deram lugar a uma torrente de teorias da conspiração.

A 16 de Maio, um agricultor abateu um animal que se aproximava do gado na sua propriedade perto da cidade de Denton. O abate de animais selvagens que representem um perigo para as pessoas, animais domésticos ou de pecuária, é legal de acordo com a legislação estadual.

Depois de terem feito as primeiras análises, os biólogos e especialistas em conservação animal não conseguem afirmar com certeza a que espécie pertence o animal abatido. Aquilo que se sabe é que se trata de “uma fêmea jovem e não lactante, e um canídeo”, mas várias características físicas impedem que seja classificado como um lobo.

“Os dentes caninos eram muito curtos, as patas da frente muito pequenas e as garras da frente demasiado longas”, notaram os especialistas, de acordo com um comunicado do Departamento de Pescas, Vida Selvagem e Parques (FWP, nas sigla original) do Montana.

A ausência de uma classificação óbvia levou, previsivelmente, muitas pessoas a publicarem várias teorias alternativas para explicar a situação, geralmente com poucas bases científicas. Uma das explicações clássicas foi a de que se tratava do “Bigfoot”, uma criatura mitológica muito popular no imaginário norte-americano mas cuja existência nunca foi comprovada. Outros utilizadores das redes sociais sugeriram poder tratar-se de um “homem-cão”. E uma pessoa citada pelo site Great Falls Tribune diz que são criaturas “encontradas todos os dias" e que "o governo abafa todas as notícias”, avançando uma teoria conspirativa.

Há também quem proponha tratar-se de uma espécie pré-histórica que, afinal, não terá sido totalmente extinta há mais dez mil anos.

Para além de tentarem identificar o animal, os responsáveis locais têm também esclarecido a população. Bruce Auchly, do FWP, diz ter ouvido “muitas vezes” a especulação sobre os lobos pré-históricos. “É um animal pré-histórico, tal como os mastodontes ou os tigres de dentes-de-sabre, portanto já não existe”, explica.

O departamento reconhece que “as redes sociais foram rápidas a identificar o animal como tudo, desde um lobo a um lobo híbrido, até qualquer coisa mitológica”. “Em vez de tentarem adivinhar”, os especialistas locais enviaram amostras para um laboratório para que o ADN seja analisado, algo que deve ajudar a classificar o animal.

https://www.publico.pt/2018/05/26/ciencia/noticia/biologos-surpreendidos-com-animal-selvagem-de-dificil-classificacao-1832234