domingo, 15 de julho de 2012
sábado, 7 de julho de 2012
terça-feira, 3 de julho de 2012
Efeitos de alterações ambientais
As alterações que têm ocorrido na atmosfera desde o início do século XX não se verificaram nos componentes maioritários (azoto e oxigénio), mas em componentes vestigiais. O dióxido de carbono, o metano, o ozono e os CFCs são exemplos desses componentes. Durante séculos, foram produzidos e consumidos na Terra, mantendo-se um equilíbrio entre a sua emissão para a atmosfera e a sua retirada da mesma. Quando a velocidade de emissão é superior à velocidade de retirada, os gases vestigiais tornam-se poluentes.
Há dois tipos de causas que explicam o aumento da concentração destes gases na atmosfera: as naturais, nas quais se incluem a actividade vulcânica e a própria biosfera, e as antropogénicas, que resultam da actividade humana. Entre estas últimas encontram-se a desflorestação, os incêndios florestais, a indústria, a agricultura, a circulação automóvel, e a produção de energia eléctrica através da queima de combustíveis fósseis.
Efeito de estufa
O efeito de estufa designa a taxa da temperatura global que é provocada pelo aumento de poluentes gasosos, principalmente o dióxido de carbono. Os gases poluentes absorvem as radiações infravermelhas, impedindo que se libertem para o espaço exterior durante a noite. Consequentemente, verifica-se um aumento da temperatura global, o que está na origem da subida do nível médio das águas do mar, da redução das chuvas, do aumento da desertificação e da destruição de seres vivos.
Camada de ozono
A camada de ozono é uma região pertencente às camadas superiores da atmosfera, entre os vinte e os trinta quilómetros de altitude. O ozono, um gás instável, encontra-se concentrado nesta zona, até cerca de 10 ppm (partes por milhão).
A camada de ozono absorve uma parte importante da radiação ultra-violeta que atinge a atmosfera da Terra e que é muito prejudicial a todas as formas de vida.
Os CFCs são os mais directos responsáveis pelo declínio da camada de ozono. Usados frequentemente como gases propulsores de aerossóis e em aparelhos de ar condicionado, os CFCs, depois de libertados para a atmosfera, sobem e decompõem-se sob a acção da luz solar, sendo os radicais livres resultantes responsáveis pela decomposição do ozono.
A constante destruição da camada de ozono leva a um aumento do raios ultra-violeta, altamente energéticos. Estes raios, ao atingirem a Terra, vão promover a destruição das proteínas e do ADN, provocando cancro de pele, cataratas, alterações no sistema imunitário, danos nas colheitas, nos peixes e no plâncton de que se alimentam.
Chuvas ácidas
Actualmente, as actividades humanas lançam para a atmosfera muitas toneladas de compostos tóxicos como óxidos de enxofre, de azoto, de carbono e fumos que vão para a atmosfera. A chuva reage com estes gases, formando ácidos (nítrico e sulfúrico) que baixam muito o pH normal da chuva.
As chuvas ácidas são muito prejudiciais para os solos, que se podem tornar improdutivos, e para as florestas, pois atacam fundamentalmente as folhas, acabando as árvores por morrer. São também um fenómeno altamente nocivo para o património construído, corroendo os edifícios.
Smog
O termo smog resulta da junção de duas palavras inglesas: smoke (fumo) e fog (nevoeiro) e, tal como o nome indica, é o resultado da mistura de um processo natural (nevoeiro) com os fumos resultantes da actividade industrial e queima de combustíveis fósseis, originando um tipo de nevoeiro que pode ser altamente tóxico.
Pode dividir-se em dois tipos, consoante as suas propriedades físico-químicas: smog ácido, resultante de elevadas concentrações de SO2 atmosférico, e smog fotoquímico oxidante, que resulta da decomposição do NO2 pela radiação solar.
O smog é sempre tóxico e prejudicial aos organismos vivos, afectando sobretudo as vias respiratórias e os olhos, estando ainda presente o risco de envenenamento.
sábado, 23 de junho de 2012
terça-feira, 19 de junho de 2012
sexta-feira, 15 de junho de 2012
sábado, 9 de junho de 2012
quinta-feira, 7 de junho de 2012
quinta-feira, 31 de maio de 2012
terça-feira, 29 de maio de 2012
Conteúdo - Tipos de Erupções e Vulcanismo Secundário
Vulcões- são aberturas naturais na Crusta Terrestre por onde são expelidos materiaisgasosos, sólidos e líquidos .
|
Figura 1- Vulcão em actividade
| Materiais gasosos- vapor de água, dióxido de carbono...Materiais sólidos- Piroclastos (bombas, lapilli, cinzas) Materiais líquidos- Lava |
Tipos de erupções
|
Havaiano
|
Estromboliano
|
Vulcaniano
|
Peleano
|
| Natureza da erupção |
Efusiva
|
Efusiva com pequenas explosões (mista)
|
Explosiva
|
Catastrófica
|
Viscosidade da lava
| Muito fluida | Fluida | Pouco viscosa | Muito viscosa |
Conteúdo em gases
|
Muito pobre
| Pobre | Rico | Muito rico |
| Teor em água | Muito elevado | Elevado | Baixo | Muito baixo |
| Materiais sólidos e líquidos | Rios de lava, escoadas longas, | Escoadas curtas, lapilli e bombas | Escoadas muito curtas, cinzas, lapilli e bombas | Doma ou agulha vulcânica, nuvem ardente |
Aparelho Vulcânico
| ||||
Esquemas de aparelhos vulcânicos característicos dos diversos tipos de erupções vulcânicas
| ||||
Imagens reais de aparelhos vulcânicos característicos dos diversos tipos de erupções vulcânicas
| ||||
Escoadas- Extensões de lava ao longo dos terrenos envolvente do vulcão.
Nuvem ardente- grande quantidade de gases e poeiras, libertados por um vulcão, com elevadas temperaturas.
Vulcanismo secundário, atenuado ou residual - fenómenos vulcânicos que ocorrem entre erupções
vulcânicas ou após uma erupção vulcânica.
| ||||
Tipo de actividade
|
Substância emitida
|
Estado físico da substância emitida
|
Temperatura (ºC)
| |
| Actividade fumarólica. | Compostos ricos em ácido clorídrico |
Gasoso
| Elevada (900) | |
| Compostos ricos em enxofre |
Gasoso
| Elevada (100-300) | ||
3- Mofeta
| Compostos ricos em dióxido de carbono |
Gasoso
| Elevada (100) | |
4- Géiser
| Água |
Líquido (jactos intermitentes)
| Elevada | |
5- Nascente termal/ Fonte termal
| Água rica em sais minerais |
Líquido
| Por vezes elevada | |
Apesar dos inúmeros riscos a que ficam sujeitas as pessoas que vivem em regiões vulcânicas também há algumas vantagens:
- Os solos são muito férteis e bons para a agricultura, desde que exista água;
- São regiões normalmente turísticas, podendo este facto constituir uma fonte de rendimento.
Figura 14- Distribuição Mundial dos Vulcões.
sábado, 19 de maio de 2012
domingo, 13 de maio de 2012
Conteúdo - Tipos de Relações Bióticas
Interacções que se estabelecem entre os organismos de uma comunidade e podem ser intra-específicas (entre organismos da mesma espécie) ou interespecíficas (entre organismos deespécies diferentes).
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Conteúdo - Sismologia
Geralmente os sismos não são fenómenos isolados porque posteriormente a um grande tremor de terra surgem abalos menos intensos que podem repetir-se durante semanas ou dias- réplicas.Também é frequente que os sismos sejam precedidos por abalos de baixa intensidade- abalos premonitórios.
Hipocentro ou foco sísmico- zona do interior da Terra onde se origina o sismo (Fig.1 e 2).
| Fig.1 | Fig.2 |
Causas dos Sismos:
| |
| 1- Fracturação e deslizamento das rochas; | |
| 2- Movimento do magma no interior da Terra e erupções vulcânicas explosivas; | |
| 3- Abatimento de terrenos. | |
Sismógrafo- aparelho que detecta e regista as vibrações sísmicas.
| Os registos efectuados são chamadossismogramas. |
A intensidade de um sismo num determinado local, avalia-se por entrevista às populações e pela verificação, no local, por técnicos especializados das declarações dos inquiridos.
Tabela I- Escala de Mercalli-Sieberg Modificada (INTENSIDADE de um sismo)
Tabela II- Escala de Richter (MAGNITUDE de um sismo)
| 8 e > | Desastre em larga escala | |
| 7-7,9 | Queda de pontes e barragens | |
| 6-6,9 | Fendas no chão, queda de edifícios | |
| 5-5,9 | Queda de mobiliário | |
| 4-4,9 | Vidros partidos | |
| 3-3,9 | Sentido pela maioria das pessoas | |
| 2-2,9 | Sentido por algumas pessoas | |
| 1-1,9 | Sentido apenas pelos sismógrafos |
|
Fig.3 Carta de isossistas do sismo de Benavente
| Isossistas- são linhas que unem pontos de igual intensidade de um sismo (Figura 3). As isossistas (linhas a vermelho, figura 3) são estabelecidas a partir do epicentro, diminuindo a intensidade do sismo à medida que nos afastamos do epicentro (localizou-se próximo de Benavente).
Fig.4 Arquipélago dos Açores (região vulcânica e sísmica)
|
Subscrever:
Comentários (Atom)

