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domingo, 27 de junho de 2021

A importância do efeito de estufa

Alguns fatores determinantes para o desenvolvimento e evolução  das formas de vida terão sido a baixa amplitude térmica (diferença entre o valor máximo e o valor mínimo da temperatura) e a temperatura média, que permite a existência de água no estado líquido. Para estes fatores contribuem a distância  da Terra ao Sol e a existência de efeito  de estufa moderado. Alguns dos gases  da atmosfera terrestre (CO2 e vapor  de água, por exemplo) possibilitam  que a radiação solar refletida pela  Terra não seja totalmente libertada para o espaço, retendo-a junto  da superfície.  Sem o efeito de estufa, a temperatura  média da Terra desceria cerca de 30 ºC, pois, durante a noite, a face da Terra não iluminada pelo Sol teria uma queda brusca  da temperatura.

domingo, 20 de junho de 2021

Cartaz LIFE Estepárias - Conservação da Abetarda, Sisão e Peneireiro-das-torres nas estepes cerealíferas do Baixo Alentejo

 


A evolução da atmosfera terrestre

A atmosfera terrestre primitiva era muito diferente da atual - os valores de dióxido de carbono e de vapor de água eram muito  elevados, e o oxigénio estava ausente. O desenvolvimento de formas de vida fotossintéticas (bactérias que realizavam fotossíntese) tornou gradualmente possível a redução dos níveis de dióxido de carbono e o aumento de oxigénio atmosférico. Este aumento permitiu, posteriormente, que alguns dos átomos de oxigénio reagissem entre si, produzindo o  ozono, e formassem a chamada «camada de ozono», filtrando as radiações solares ultravioleta nocivas para a maioria dos seres vivos atuais.

A atmosfera atual é constituída por nitrogénio (78 %) e oxigénio (21 %), apresentando quantidades muito reduzidas de outros gases, nomeadamente de dióxido de carbono e de vapor de água.

A presença de oxigénio na atmosfera permitiu depois a evolução  para formas de vida mais complexas, devido à utilização deste gás  na respiração.