quarta-feira, 30 de junho de 2021
domingo, 27 de junho de 2021
A importância do efeito de estufa
Alguns fatores determinantes para o desenvolvimento e evolução das formas de vida terão sido a baixa amplitude térmica (diferença entre o valor máximo e o valor mínimo da temperatura) e a temperatura média, que permite a existência de água no estado líquido. Para estes fatores contribuem a distância da Terra ao Sol e a existência de efeito de estufa moderado. Alguns dos gases da atmosfera terrestre (CO2 e vapor de água, por exemplo) possibilitam que a radiação solar refletida pela Terra não seja totalmente libertada para o espaço, retendo-a junto da superfície. Sem o efeito de estufa, a temperatura média da Terra desceria cerca de 30 ºC, pois, durante a noite, a face da Terra não iluminada pelo Sol teria uma queda brusca da temperatura.
domingo, 20 de junho de 2021
A evolução da atmosfera terrestre
A atmosfera terrestre primitiva era muito diferente da atual - os valores de dióxido de carbono e de vapor de água eram muito elevados, e o oxigénio estava ausente. O desenvolvimento de formas de vida fotossintéticas (bactérias que realizavam fotossíntese) tornou gradualmente possível a redução dos níveis de dióxido de carbono e o aumento de oxigénio atmosférico. Este aumento permitiu, posteriormente, que alguns dos átomos de oxigénio reagissem entre si, produzindo o ozono, e formassem a chamada «camada de ozono», filtrando as radiações solares ultravioleta nocivas para a maioria dos seres vivos atuais.
A atmosfera atual é constituída por nitrogénio (78 %) e oxigénio (21 %), apresentando quantidades muito reduzidas de outros gases, nomeadamente de dióxido de carbono e de vapor de água.
A presença de oxigénio na atmosfera permitiu depois a evolução para formas de vida mais complexas, devido à utilização deste gás na respiração.